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"4 Mulheres & Um Carro"

Exposição fotográfica no Consulado em Dia Internacional da Mulher

Por António Perinú

Sol Português

Com diversas actividades a decorrerem um pouco por toda a parte, a fim de assinalarem o Dia Internacional da Mulher comemorado aqui, como em todo o mundo, na segunda-feira, dia 8 de Março _ a Galeria Almada Negreiros, no Consulado Português de Toronto, abriu as portas para uma exposição fotográfica dedicada à mulher.

A locutora e co-produtora do programa televisivo "Gente da Nossa", Nellie Pedro, foi a organizadora desta mostra fotográfica, curiosamente intitulada "4 Mulheres e um Carro". Segundo adiantou, tratou-se de uma forma de homenagear a mulher uma vez que, por meio da fotografia, procurou realçar algumas das mulheres que conhece e admira.

   

As fotos são da autoria do marido, César Pedro, mas seleccionadas por ela para esta exposição segundo o seu critério. "Cada fotografia reflecte a parte mais importante das mulheres a cabeça. Convido-vos a ver, a admirar e a apreciar as suas características, diria a organizadora no seu discurso de abertura.

"Observem bem os olhos e percebam a alma, o coração e a mente de cada uma. Através da boca, percebam o que têm para contar. Olhem cada um dos rostos e vejam o amor, respeito, individualidade e a unicidade de cada personagem", diria ainda ao descrever as fotos ali expostas.

Considerando um marco histórico ter-se celebrado pela primeira vez no consulado o Dia Internacional da Mulher, diria, a respeito do título da exposição, tratar-se de "um convite...", "um símbolo de unidade, amizade, amor e conforto" pois considera que as mulheres devem-se "juntar, unir, ficar ligadas e proteger as mulheres de todas as idades", e que "precisam e deveriam sair com mais frequência com as amigas". Daí o convite: "metam-se num carro e dêem um passeio com (elas)".

   

Na sua alocução, o cônsul-geral, Dr. Artur Monteiro de Magalhães faria um breve comentário à razão das comemorações do Dia da Mulher, citando da sua experiência pessoal uma vez que, disse, "ainda sou do tempo em que, em Portugal, à mulher era impedido viajar sem autorização do marido ou abrir negócio próprio ou ser titular de uma simples conta bancária; em certas condições não podia sequer herdar do marido, sendo mera usufrutuária dos bens dele recebidos, cabendo a propriedade, dita de raiz aos seus filhos".

Hoje em Portugal, como no Canadá e em grande parte do mundo ocidental, esta situação de injustiça foi quase totalmente corrigida, do ponto de vista jurídico, mas como o Dr. Artur Magalhães faria questão de referir, a celebração deste dia a nível internacional faz-se também "em nome da simpatia e da solidariedade com aquelas mulheres que ainda vivem noutras latitudes sob autênticos regimes de escravidão".

A encerrar a cerimónia, Laudalina Paula Linhares da Estrela Rodrigues, recitaria ainda um poema da sua autoria que, naturalmente, dedicou a todas as mulheres. Após isto, deu-se então passagem a um bufé e convívio entre os presentes.

A exposição, que consiste de um total de 42 fotos, ficará patente ao público até dia 23 deste mês naquela galeria.






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